"- Em breve um novo visual para melhor informar! -
Mostrando postagens com marcador classificação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador classificação. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de setembro de 2011

PAÍS BATE PRODUÇÃO DE SOJA ARGENTINA, MAS GANHA MENOS

Sérvulo Sales
Colunista

Venha ser um Colunista!


O Brasil produz mais soja, mas a Argentina ganha mais dinheiro com a exportação do grão e seus derivados. Apesar dos desmandos do governo Kirchner, que vive em pé de guerra com os agricultores, o país vizinho consegue mais dólares com a soja que vende ao exterior.

As exportações brasileiras de soja em grão, farelo e óleo somaram US$ 18 bilhões em 2010, enquanto, na Argentina, o complexo soja rendeu US$ 27 bilhões em divisas. O levantamento é da consultoria Abeceb.com, de Buenos Aires.

Na safra 2010/11, a produção brasileira de soja chegou a 75 milhões de toneladas, bem acima dos 49 milhões da Argentina. Segundo Carolina Schuff, analista da Abeceb.com, duas razões explicam a liderança da Argentina na receita, apesar da safra menor: perfis de consumo diferentes e maior agregação de valor.

Os argentinos destinam ao seu mercado interno cerca de 10% da soja que produzem. No Brasil, esse total chega a 35%. Não só o tamanho das populações é distinto - são 39,5 milhões de argentinos contra 190 milhões de brasileiros. Mas os hábitos de alimentação entre os dois países também mudam.

A Argentina esmaga 78% da soja, transformando o grão em farelo e óleo - produtos de maior valor agregado. No Brasil, a taxa de esmagamento é de 48% e boa parte dos derivados obtidos no processo atende a demanda local.

FONTE: O Estado de S.Paulo


Por Sérvulo Sales

A explicação para essa produção argentina de soja é simples: O destino da mercadoria argentina é mais objetivo, pois os hermanos produzem pouco, logo terá que ganhar mais dólar para se ter uma infra-estrutura melhor. "Segundo Carolina Schuff, analista da Abeceb.com, essa liderança é feita pelos perfis de consumo do país que são 10% do total da produção argentina internamente e 90% vai para exportações." Já o Brasil dedica 35% internamente e 65% externamente, logo se ver a grande diferença de faturamento de dólar entre os dois países. Agora fica uma pergunta para vocês leitores, será vantagem importar tanta soja (35%), haja vista que o Brasil obtendo mais dólar poderá faturar melhor e investir internamente para aumentar ainda mais a produção e assim sanar o mercado interno com uma alta produção e assim rendendo internamente e externamente?

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Palestra sobre Segurança no Trabalho




Entende-se por segurança no trabalho todas as medidas e formas de proceder que visem a eliminação dos riscos de acidentes.Mas, os riscos são inerentes à vida e à atividade humana. Têm, por isso, a característica da onipresença, alcançando dimensões universais. Os acidentes espreitam-nos por toda a parte. São mais numerosos hoje que antigamente, em virtude da diversificação das atividades humanas.Para ser eficaz, a Segurança deve atuar sobre homens, máquinas e instalações, levando em conta todos os pormenores relativos às atividades humanas.
O movimento para a criação de um esquema de segurança no trabalho começou efetivamente nos Estados Unidos, no fim do século passado, e culminou em 1913, com a criação do "National Safety Council" , entidade privada que liderou os estudos e divulgação do assunto.O acidente é, por definição, um evento negativo e indesejado do qual resulta uma lesão pessoal ou dano material. Essa lesão pode ser imediata (lesão traumática) ou mediata (doença profissional). Assim, caracteriza-se a lesão quando a integridade física ou a saúde são atingidas. O acidente, entretanto, caracteriza-se pela existência do risco.Infelizmente, as estatísticas oficiais ainda não quantificam, adequadamente, a ocorrência anual de acidentes do trabalho no Brasil.A Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT apresenta a seguinte definição para o acidente do trabalho: "ACIDENTE DO TRABALHO (ou, simplesmente, ACIDENTE ) é a ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com o exercício do trabalho, que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto dessa lesão" (NBR 14280/99, Cadastro de Acidentes do Trabalho - Procedimento e Classificação.)
O gerenciamento dos riscos associados ao trabalho é fundamental para a prevenção de acidentes. Isso requer pesquisas, métodos e técnicas específicas, monitoramento e controle. Os conceitos básicos de segurança e saúde devem estar incorporados em todas as etapas do processo produtivo, do projeto à operação. Essa concepção irá garantir inclusive a continuidade e segurança dos processos, uma vez que os acidentes geram horas e dias perdidos.