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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Absolut e Oskar Metsavaht lançam vodka em homenagem ao Rio.


A Absolut lança uma edição especial e limitada da bebida para homenagear o Rio de Janeiro. A Absolut Rio é assinada por Oskar Metsavaht, diretor criativo da Osklen, e tem a arte da garrafa inspirada em elementos emblemáticos da cidade, como os coqueiros da orla de Ipanema e o Morro Dois Irmãos. Para promover a novidade, a marca conta com ações estratégicas para o Facebook e o Twitter assinadas pela agência Inter.net.

Entre as iniciativas estão dicas de drinks com Absolut Rio, que possui sabor combinado de laranja, manga e maracujá. No Facebook, os fãs também encontram o convite para o evento do lançamento oficial da vodka, organizado pela Pernod Ricard, com projeção de vídeo tridimensional nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas, na capital carioca, hoje, dia 13, e amanhã. A plataforma conta ainda com um vídeo de manifesto.
No segundo semestre de 2011, a Smirnoff também criou uma embalagem  que celebrava a cidade do Rio de Janeiro.


Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing 


terça-feira, 13 de setembro de 2011

6 dicas para criar um logo de impacto para sua empresa.


Conheça bem seu negócio
Segundo Motta, o autoconhecimento é a chave para criar um logo de sucesso para uma empresa. O empreendedor deve ter claro quais são seus diferenciais e como ele quer se apresentar ao mercado para que isso possa ser traduzido na sua marca. “Na fase inicial do negócio, é comum o empreendedor ficar muito focado no produto e esquecer-se de olhar o mercado. Por isso, ele acaba não tendo uma visão muito clara de quem é a sua empresa”, destaca o especialista.
Entenda o seu público
Para poder transmitir a imagem mais adequada do seu negócio, o empreendedor deve saber quem é o seu cliente e o que ele quer. “A maioria dos briefings colocados no nosso site define o público alvo como ‘todos os clientes’. É impossível agradar ‘todos os clientes’ ao mesmo tempo”, aponta Motta. Conhecer bem o cliente significa saber quais são os seus hábitos, o que ele consome e o que ele almeja. “Definir seu público simplesmente como ‘classe A’ ou ´classe C´ é muito vago. Tente ir mais fundo. ‘Jovens de classe A, descolados, que gostam de ir à praia e viajar’ é uma definição mais útil”, explica o designer.
Analise a concorrência
Entender como os concorrentes estão se apresentando também é fundamental para decidir como posicionar-se em relação a eles. “É preciso entender qual é a tendência para pode segui-la ou mesmo ir de encontro a ela”, justifica Motta.
Mostre a sua personalidade

A marca deve refletir a personalidade do seu negócio. Você quer vender uma imagem forte ou delicada? Feminina ou masculina? Clássica ou moderna? Estes atributos farão com que o público se identifique (ou não) com o seu negócio. “Para um escritório especializado em direito tributário, por exemplo, uma fonte mais séria é importante para passar credibilidade”, ilustra o especialista.


Fique atento às cores

As cores do logo também são importantes aliadas para associar ideias à sua marca, por isso não as escolha ao acaso. “Amarelo remete a juventude, verde a crescimento, azul seriedade”, exemplifica Motta. Ele ressalta, contudo, que essas interpretações variam conforme o contexto cultural.


Fuja dos modismos
Observar as tendências é importante, mas evite moldar seu logo apenas de acordo com a onda do momento. “Um tempo atrás, o arco estava em todas as marcas possíveis. Com a web 2.0, brilho, volume e um retângulo arredondado em volta do logo viraram moda”, aponta Motta. Quem adere aos modismos, corre o risco de ficar com uma marca parada no tempo. “Isso pode acarretar custos no futuro para remodelar tudo”, adverte o especialista.

domingo, 11 de setembro de 2011

PAÍS BATE PRODUÇÃO DE SOJA ARGENTINA, MAS GANHA MENOS

Sérvulo Sales
Colunista

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O Brasil produz mais soja, mas a Argentina ganha mais dinheiro com a exportação do grão e seus derivados. Apesar dos desmandos do governo Kirchner, que vive em pé de guerra com os agricultores, o país vizinho consegue mais dólares com a soja que vende ao exterior.

As exportações brasileiras de soja em grão, farelo e óleo somaram US$ 18 bilhões em 2010, enquanto, na Argentina, o complexo soja rendeu US$ 27 bilhões em divisas. O levantamento é da consultoria Abeceb.com, de Buenos Aires.

Na safra 2010/11, a produção brasileira de soja chegou a 75 milhões de toneladas, bem acima dos 49 milhões da Argentina. Segundo Carolina Schuff, analista da Abeceb.com, duas razões explicam a liderança da Argentina na receita, apesar da safra menor: perfis de consumo diferentes e maior agregação de valor.

Os argentinos destinam ao seu mercado interno cerca de 10% da soja que produzem. No Brasil, esse total chega a 35%. Não só o tamanho das populações é distinto - são 39,5 milhões de argentinos contra 190 milhões de brasileiros. Mas os hábitos de alimentação entre os dois países também mudam.

A Argentina esmaga 78% da soja, transformando o grão em farelo e óleo - produtos de maior valor agregado. No Brasil, a taxa de esmagamento é de 48% e boa parte dos derivados obtidos no processo atende a demanda local.

FONTE: O Estado de S.Paulo


Por Sérvulo Sales - 

A explicação para essa produção argentina de soja é simples: O destino da mercadoria argentina é mais objetivo, pois os hermanos produzem pouco, logo terá que ganhar mais dólar para se ter uma infra-estrutura melhor. "Segundo Carolina Schuff, analista da Abeceb.com, essa liderança é feita pelos perfis de consumo do país que são 10% do total da produção argentina internamente e 90% vai para exportações." Já o Brasil dedica 35% internamente e 65% externamente, logo se ver a grande diferença de faturamento de dólar entre os dois países. Agora fica uma pergunta para vocês leitores, será vantagem importar tanta soja (35%), haja vista que o Brasil obtendo mais dólar poderá faturar melhor e investir internamente para aumentar ainda mais a produção e assim sanar o mercado interno com uma alta produção e assim rendendo internamente e externamente?

sábado, 10 de setembro de 2011

Como preparar seu negócio para enfrentar uma crise?

Por Márcio Iavelberg, especialista em finanças.


Ao longo da sua trajetória, uma empresa está sujeita a enfrentar momentos de crise. Muitos negócios perdem margem devido a mudanças de mercado, como o aumento da concorrência e a queda no poder de compra do seu público alvo.
Um exemplo foi a mudança vivida pelos consultórios médicos nos últimos anos, com a redução dos atendimentos particulares, que perderam espaço para os pacientes conveniados. 
É comum observarmos nas empresas que atendemos que aquelas que já passaram por uma crise aprendem a viver de maneira mais enxuta, sem desperdício.
E a receita para sobreviver a uma crise financeira é exatamente essa. Usar os recursos da forma mais eficiente possível, tomando decisões rápidas. Também é importante ter um plano de negócios bastante completo nas mãos para usá-lo como guia no dia a dia. Este documento ajudará o empreendedor a não perder de vista seus pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças, entre outros aspectos importantes do negócio.